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Então o que é a Indústria 4.0?

 

A Revolução Industrial transformou a vida das pessoas. Agora qualquer um consegue ter acesso a grande variedade de produtos, novas formas de geração e distribuição de energia, meios de transporte mais eficientes e houve uma migração massiva para cidades. Recentemente, a internet encolheu o planeta e revolucionou o acesso à informação e o modo de relacionamento entre as pessoas.

Vivemos agora uma revolução tecnológica que promete transformar novamente a maneira como o mundo funciona, gerando crescimento econômico, empregos mais qualificados e elevação dos padrões de vida. A Internet Industrial já começou e ela une máquinas inteligentes, análise computacional avançada e trabalho colaborativo entre pessoas conectadas para gerar profundas mudanças e trazer eficiência operacional para setores industriais diversos: manufatura, transporte, energia e saúde.

Analistas indicam um mercado potencial de US$ 15 trilhões, em 15 anos. Gigantes globais como GE e Intel, empresas de tecnologia no geral, universidades e institutos de pesquisa trabalham para vencer desafios técnicos, como nível de segurança viável para troca de informações sensíveis e criação de padrões e referências para a interoperabilidade entre máquinas e dispositivos.

Para acelerar esse processo e fomentar colaboração entre os participantes dessa comunidade, foi criado, nos Estados Unidos, em 2014, o Consórcio de Internet Industrial (IIC), com cerca de 250 associados, de 30 países. No entendimento das empresas participantes, nós já dispomos da tecnologia para criar soluções inovadoras e boa parte do esforço do consórcio está em criar projetos pilotos (testbeds) que coloquem em prática as novas ideias.

Aqui no Brasil, inspirados no modelo do IIC e buscando inserir o país nesta revolução, a Pollux, a FIESC/CIESC e a Embraco fundaram, em agosto de 2016, a Associação Brasileira de Internet Industrial. A ABII visa divulgar e fortalecer a Internet Industrial no Brasil, criar um fórum permanente de discussões sobre o tema, intercâmbio tecnológico e de negócios com parceiros internacionais, promoção do desenvolvimento econômico e geração de empregos.

Então o que é a Indústria 4.0? Foi na edição de 2011 da Feira de Hannover que o conceito começou a ser revelado ao público em geral. A Indústria 4.0, fortemente patrocinada e incentivada pelo governo alemão em associação com empresas de tecnologia, universidades e centros de pesquisa do país, propõe uma importante mudança de paradigma em relação à maneira como as fábricas operam nos dias de hoje.

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Foto: et.aau.dk

Nessa visão de futuro, ocorre uma completa descentralização do controle dos processos produtivos e uma proliferação de dispositivos inteligentes interconectados, ao longo de toda a cadeia de produção e logística. O impacto esperado na produtividade da indústria é comparável ao que foi proporcionado pela internet em diversos outros campos, como no comércio eletrônico, nas comunicações pessoais e nas transações bancárias.

Tornar a Indústria 4.0 uma realidade implicará na adoção gradual de um conjunto de tecnologias emergentes de TI e automação industrial, na formação de um sistema de produção físico-cibernético, com intensa digitalização de informações e comunicação direta entre sistemas, máquinas, produtos e pessoas; ou seja, a tão famosa Internet das Coisas (IoT). Esse processo promete gerar ambientes de manufatura altamente flexíveis e autoajustáveis à demanda crescente por produtos cada vez mais customizados.

Para o sucesso do projeto, a consolidação de um único conjunto de padrões técnicos de comunicação e segurança será um elemento chave. Com ele, a troca de informações entre os diferentes tipos de sistemas e dispositivos será assegurada, eliminando-se as restrições relacionadas aos padrões proprietários vigentes, mas não cabe a esse artigo explorar em detalhes os inúmeros aspectos tecnológicos envolvidos. Excelentes relatórios e publicações a respeito podem ser encontrados em uma busca na web utilizando-se o termo “Industrie 4.0”, este vídeo do Sebrae também pode te ajudar!

Um bom exemplo é o material disponibilizado pelo site da Academia Nacional de Ciência e Engenharia da Alemanha. É importante frisar que boa parte dessas novas tecnologias já está disponível, mas que a transição para a Indústria 4.0 não ocorrerá de forma repentina, mas sim gradualmente, com uma velocidade de implantação que dependerá de fatores econômicos e estratégicos e da capacitação tecnológica da indústria presente em cada país.

E o Brasil no meio dessa história? O consenso entre os especialistas é de que a indústria nacional ainda está em grande parte na transição do que seria a Indústria 2.0, caracterizada pela utilização de linhas de montagem e energia elétrica, para a Indústria 3.0 que aplica automação por meio da eletrônica, robótica e programação. Para termos uma ideia da nossa defasagem, precisaríamos instalar cerca de 165.000 robôs industriais para nos aproximarmos da densidade robótica atual da Alemanha. No ritmo atual, cerca de 1.500 robôs instalados por ano no país, levaremos mais de 100 anos para chegar lá.

A boa notícia é que não precisaremos passar por todo o processo de modernização fabril ocorrido nos países desenvolvidos nas últimas décadas, para então poder abraçar as tecnologias da Internet Industrial e da Indústria 4.0. Podemos e devemos queimar etapas.

O que não podemos fazer é ignorar essa revolução se quisermos preservar a indústria presente no Brasil e prepará-la para esse novo panorama competitivo.

Um cenário no qual as tecnologias de informação e de automação, e não a mão de obra de baixo custo, é que irão gerar as vantagens competitivas para as nações com setor de manufatura relevante. A conjuntura brasileira atual, marcada por uma severa crise econômica e política, torna esse desafio ainda mais difícil para o país.

Precisaremos, mais do que nunca, de lideranças fortes e articuladores na indústria, no governo e nas instituições acadêmicas e de pesquisa. Precisaremos também de níveis de investimento relevantes e da capacitação intensiva de gestores, engenheiros, analistas de sistemas e técnicos nestas novas tecnologias, além de parcerias e alianças estratégicas com entidades de outros países.

Cada um precisará fazer a sua parte:

1. O governo com políticas estratégicas inteligentes, incentivos e fomento

2. Os empreendedores e gestores da indústria com visão, arrojo e postura proativa

3. As instituições acadêmicas e de pesquisa com formação de profissionais e com desenvolvimento tecnológico, preferencialmente em grande proximidade com a indústria.

A Internet Industrial e a Indústria 4.0 criam também enormes oportunidades para empreendedores que atuem na área de tecnologia, talvez como nunca antes na história da humanidade. Muito do que será necessário para converter a manufatura, os meios de transportes, agronegócio e outros setores industriais ainda precisa ser desenvolvido. Boa parte dessas tecnologias disruptivas ainda requer aperfeiçoamento, customização e a criação de soluções abrangentes que funcionem e gerem os benefícios esperados.

Para mencionar apenas algumas dessas novas ferramentas, precisaremos de empresas e de startups focadas em Big Data, Analytics, nuvem, segurança e automação de conhecimento na área de software e em robótica avançada, manufatura aditiva, novos materiais, energias sustentáveis e simulação no campo da engenharia. Para empreendedores que já atuam em um dos segmentos diretamente impactados por essa revolução, vale investir tempo na formulação de um plano consistente para avaliar e aplicar as novas tecnologias em suas operações.

O ideal é reunir sua equipe interna com especialistas do mercado para analisar a viabilidade e o impacto de cada uma das novas tecnologias. Na transição, uma dica é pensar grande e começar pequeno, ou seja, pilotar cada ideia, medir os resultados e expandir para toda a operação, a outra é não esperar por um momento futuro. A hora é agora, antes que seus competidores o tirem do mercado.

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Foto: Facebook SW Campina

Diante desse contexto acontecerá nos dias 1, 2 e 3 de setembro o Startup Weekend CG Indústria Campina Grande , um evento voltado diretamente para problemas na Indústria, com a temática de criação de soluções e de modelos negócios para os problemas do setor industrial, com dois grandes diferenciais: os temas das ideias e como modo de validação das hipóteses (ideias).

Poucos mercados tem tantos problemas e oportunidades quanto a Indústria e a solução pode estar naquela ideia meio louca que você não colocou em prática. Por não saber como e nem ter acesso as parcerias certas, essa é a sua oportunidade!

Seja você estudante, estagiário, maker, trainee, empregado, pesquisador,… Venha participar do Startup Weekend Indústria Campina Grande!

 

Fonte: Na prática / Startup Weekend Indústria Campina Grande

Foto Capa: Megamoveleiros
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Como o Marketing me ajudou a participar do Campus Festival gastando quase nada e ainda com direito a bônus

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Sobre o Campus Festival

O Campus Festival é o maior e mais expressivo festival universitário do Norte/Nordeste. Foi realizado nos dias 28 a 30 de abril, no Espaço Cultural, João Pessoa – Paraíba

Chegou à sua quarta edição como o maior festival universitário do nordeste. Aclamado pelo público e respaldado pela crítica, com quatro anos de existência, o Campus Festival parte de um simples objetivo: contribuir de forma relevante à sociedade através de grandes ideias, música, diversão e uma gama diversificada de atrações, estimulando o espírito inovador e empreendedor das pessoas. 

Especificamente fomenta e apoia o empreendedorismo inovador através de uma metodologia inovadora que integra palestra, apresentação de pitch e rodada de negócios em um só evento.

Bem, tudo começou quando vi um post de uma amiga falando do Campus Festival, logo fiquei bastante interessada pois estou num momento de viver experiências na minha vida. Num grupo de amigos no Facebook, procurei saber quem também iria, pra nos reunimos por lá, outra amiga confirmou a ida pois iria divulgar o Programa de Liderança 16 horas promovido pela Fundação Estudar, ela era Partner no momento e estava na responsabilidade de realizar a divulgação e conseguir a estrutura para realização do programa.

Dia seguinte, segui para a cidade, que fica a aproximadamente 130km de onde moro, era um feriadão e aproveitei pra visitar parentes.

Já antes da viagem, fui buscar uma carona colaborativa, pagando apenas R$ 20,00 , normalmente pagaria o táxi (30,00), a passagem intermunicipal (R$ 20,00) e o ônibus coletivo (R$ 3,50), consegui vaga para viajar no dia seguinte e já começou a primeira experiência legal, conheci um mestrando de Eng. Elétrica que sempre viajava fazendo o mesmo percurso, fomos o tempo todo conversando sobre os benefícios e os dissabores de quem está nessa área de projetos, falamos ainda sobre eventos, mercado de trabalho e oportunidades, por coincidência, ele faz projetos elétricos e eu já tinha trabalhado com obras nos segmentos de Sonorização, CFTV, Telecom e TIC (Fibra óptica, Telefonia, Internet).

Foi uma viagem bastante tranquila, aproveitamos a paisagem e logo chegamos ao destino, a conversa foi tão proveitosa que também combinamos a volta na segunda-feira e então nos despedimos.

Já  com minha família, combinamos de ir à praia no domingo pela manhã, acordei cedo, como de costume, tomamos café e já estava arrumando as coisas para sair, peguei o celular e fui olhar as mensagens do Whatsapp, a amiga que promovia o Programa de Liderança, já citado acima, pedia uma ajuda, alguém que pudesse ir ao festival junto com ela pois a pessoa que tinha marcado infelizmente não poderia mais ir devido outro compromisso.

Pensei comigo, “Bem, praia tenho qualquer outro dia, mas ir ao festival não”, e decidi, combinei de acompanhá-la e cancelei a ida à praia.

No caminho, ela pediu pra ajudá-la na divulgação, fazer o convite aos participantes pois não tinha plena confiança no que dizer. Peguei as informações necessárias como datas, local e os parceiros para agradecimentos no final do convite.

Chegando no local, procuramos o organizador, que ela já tinha conversado anteriormente, ele confirmou nossa participação no evento para divulgação e nos convidou a assistir as palestras enquanto aguardava nosso momento.

Daí, como eu não tinha a mínima noção de como isso funcionava, pois estou me familiarizando agora nesta área, eu disse “Ah que ótimo, vou na bilheteria comprar o ingresso”, ele diz “Não, eu autorizo vocês ao credenciamento, não precisa comprar o ingresso”. Nossa, como eu fiquei contente e agradecida à essa minha amiga (risos).

Fizemos o credenciamento, pegamos nosso material e entramos na sala onde já havia iniciado a sequência de palestras.

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Iniciou maravilhosamente bem com a participação do Rodrigo Cartacho, CEO da Sympla. O Rodrigo comentou que empreender em startup é diferente do que empreender empresas tradicionais, pois não há nenhum glamour, é uma maratona que necessita de execução rápida e de serviço bem feito, baseado no contexto + análise.

Relatou que para as melhores decisões utiliza o Princípio de Pareto, leva em conta também o custo de oportunidade.

Lembrou que é totalmente válido utilizar Bootstrap para iniciar um negócio e contratar pessoas ainda em formação se necessário, pois normalmente startups não tem recursos financeiros no início para desenvolver grandes projetos, realizar bem a avaliação do modelo de negócio que pretende entrar (se é B2B, B2C, B2G, C2C) e o custo da comunicação, pois às vezes o que pode ser uma simples modificação realizada pelo desenvolvedor (‘if’, por exemplo), pode causar um efeito gigantesco no negócio, nesse caso, avalia-se com a ferramenta Causa-Efeito ou Diagrama de Ishikawa.

Outro tema abordado pelo Rodrigo é o BIG DATA – tecnologia utilizada para grande volume de informação – a fim de gerar relatórios para entender melhor o cliente, antecipa inclusive, em primeira mão, que em breve esses relatórios estarão disponíveis no Blog da Sympla.

Encerrou sua brilhante participação aconselhando sobre a escolha do sócio, no caso, seu irmão, Marcelo Cartacho, é o melhor sócio com quem já trabalhou, e mais uma dica “Que antes de qualquer coisa, proponha valor antes de pensar em escalar o seu negócio”.

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Outra brilhante participação foi do João Paulo Sette, COO na Comic Con Experience, o João trouxe uma introdução ao mercado geek, onde relatou que vem crescendo cerca de 200% ao ano, comparando a uma cidade seria a 2ª maior do país, perdendo apenas para São Paulo, é um mercado que abrange cinema, TV, HQ, games e livros.

O João Paulo observou que as pessoas estão atrás de experiências, o que torna essa tendência de mercado tão em alta, assim, desenvolveu uma análise de geek power + big data sintetizando o resultado em comportamentos e ações que seus clientes tomam como também suas personalidades.

A partir dessa análise, ele verificou que era possível criar novos negócios como a CCXPQuest, uma operadora de turismo que auxilia o cliente na logística e o CCXUnlock que é uma plataforma que orienta qualquer pessoa a se tornar um licenciado da San Diego Comic-Con International.

Entre os maiores desafios cita a conquista da credibilidade, que um paraibano de João Pessoa pode chegar na cidade de São Paulo e mostrar seu potencial, bem como provar a todos os players do mercado que trazer a Comic-Con Experience dos EUA pra o Brasil era viável e possível.

Por fim, ele deixa algumas dicas pra quem quer desenvolver um negócio, primeiro: entender as gerações, definir qual público focar; segundo: fazer o Mapa da Empatia e identificar a persona; terceiro: divulgar sua ideia, não se preocupe, ninguém vai roubá-la de você, pois só você terá noção da execução; e por fim e o mais importante: pense nas pessoas, pense no valor que deseja ser lembrado.

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Em seguida, foi a vez de Carlinhos Maia e a Gessika Kayane (GKay), que fizeram uma divertida participação falando sobre criação e produção de conteúdo e os desafios de ser um empreendedor digital, contaram a trajetória, desde o início, e a parceria que existe entre os dois no trabalho e na vida, são francos em dizerem que não planejaram nada, apenas foram fazendo os vídeos, as pessoas foram gostando e assim as oportunidades foram aparecendo.

Os dois concordaram num ponto quando falaram em fidelizar o cliente com respeito, realizando ações que condizem com a imagem que querem passar, além de darem outras dicas aos empreendedores, citaram que os empreendedores precisam realizar promoções constantemente, com alguém destaque na região, destacar momentos “antes e depois”, fazer parcerias e ações voluntárias.

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Para encerrar o evento, o momento mais aguardado, Wagner Moura bate um papo com a platéia, contando sua história e seus projetos, relata suas experiências com movimentos sociais. O Wagner admite não apoiar a meritocracia no ambiente em que vivemos hoje, diz “a meritocracia que vemos por aí é perigosa”, compara a uma maratona que uns saem na linha de largada, bem na frente, e a grande maioria vai saindo cada vez mais pra trás.

Sobre política, compara o que vivemos hoje como o golpe de ’64, bem semelhante, com exceção da barbárie dos militares nas ruas, salvo algumas exceções em um ou outro lugar do país.

Sobre filmes, quer ele mesmo produzir seu conteúdo, deseja abrir o mercado para outros latino-americanos e que nega convites de trabalho que não se identifica.

Está com projeto de gravar um filme sobre Carlos Marighella, “Vou fazer um filme sobre Marighella, contra tudo e contra todos”, diz em resposta ao boicote que está sofrendo de algumas empresas que não apoiam a ideia,

Relata ainda sobre a quebra de paradigma com a atuação dele como galã numa emissora de TV nacional, pois ser nordestino e protagonista foi marcante para sua carreira, que a partir daí vieram os grandes papéis como Capitão Nascimento no filme Tropa de Elite.

Por fim, despede-se satisfeito de ter contato com tantos jovens politizados e cientes da situação do seu país.

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Ah, sem esquecer, conseguimos passar o nosso recado sim, foi antes de iniciar a participação do Carlinhos Maia e Gkey, por sorte, um outro amigo, o Vinnie de Oliveira, pessoa fantástica que foi mentor numa edição do Startup Weekend que participei, combinamos o momento, o tempo, tudo direitinho, mas eu fiquei tão empolgada de estar lá na frente daquela platéia que acabei esquecendo que haveria um vídeo à exibir, bem gente, desculpa por isso, mas o recado foi dado e serviu de uma grande experiência pra mim.

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Há ainda um bônus, encontrei um amigo, o Diego Yweson, que não o via há anos, matamos a saudade, conversamos muito, rimos mais ainda e ele me indicou uma vaga numa agência de publicidade que tomou conhecimento – nossa, como agradeci – afinal, no momento, faço parte da estatística do desemprego no país que já está em mais de 14 milhões de pessoas ‘disponíveis para o mercado de trabalho’. Infelizmente meu perfil não atendia as necessidades da vaga, mas fiquei extremamente agradecida pela atenção do profissional que me respondeu.

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Pensando em tudo que tinha acontecido, lembrei muito das histórias do livro que estava lendo naquele momento chamado ‘Dar e Receber’ do Grant Adam, livro fantástico que logo me apaixonei ao iniciar a leitura, ele fala que as pessoas que chegam mais longe são mais doadoras e também as que não chegam tão longe assim, o Grant Adam diferencia os dois tipos de doadores.

E pra finalizar, voltei pra casa com o aluno de mestrado que conheci na carona, dessa vez, com mais um amigo dele que também cursava Eng. Elétrica, mais uma vez foi uma viagem fantástica e de muitos aprendizados, dessa vez conversamos sobre neurociência, a influência do sistema biológico no consumo, planejamento para uma vida financeira saudável e dei algumas dicas de como iniciar os investimentos sem perder o sono pensando no sobe e desce do mercado financeiro. Consegui repassar um pouquinho do que já aprendi devorando os livros do Gustavo Cerbasi, assistindo os vídeos da Nathália Arcuri no Me poupe e acompanhando os webinars do André Massaro e Conrado Navarro com o Revolução Financeira.

É isso gente, gastei bem menos do que o planejado, participei do evento, revi amigos antigos, conheci pessoas bacanas e ajudei outras pessoas ao meu redor. E você, já teve alguma experiência parecida? Conta aqui nos comentários vai!

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Elaine Almeida

Boas ideias, cursos, finanças, palestras

4ª Semana da Educação Financeira

Olá pessoas, hoje começou a 4ª Semana da Educação Financeira, a Semana Nacional de Educação Financeira – Semana ENEF – é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF).

Diversas ações educacionais serão realizadas nesta quarta edição, que acontecerá de 08 a 14 de maio de 2017. Aqui, você tem acesso às informações dos eventos da Agenda Oficial, que são ações gratuitas oferecidas pelos membros do Comitê e por seus parceiros. Se você tem interesse em organizar atividades durante a Semana, cadastre suas ações na aba Outras Iniciativas. Antes de inscrevê-las, observe os critérios e vedações constantes em Orientações e Critérios. É de total interesse do CONEF que muitos se juntem a esse esforço de levar educação financeira à população.

Seguindo a tradição, a 4ª Semana Nacional de Educação Financeira promete ser um sucesso.Na primeira edição da Semana ENEF, ocorrida em 2014, foram realizados mais de 170 eventos, presenciais ou online, em 21 cidades de 17 estados brasileiros e DF. Já na Semana ENEF de 2015, realizada no mesmo período da Global Money Week, foram realizados 505 eventos, presenciais ou online, impactando milhares de cidadãos.

Sobre Educação Financeira

A educação financeira tem como objetivo conscientizar o indivíduo sobre a importância do planejamento financeiro, para que desenvolva uma relação equilibrada com o dinheiro e decisões acertadas sobre finanças e consumo.

Quando o cidadão entende os fatores que influenciam suas escolhas financeiras, consegue equilibrar seus desejos imediatos com suas necessidades de longo prazo. Um dos efeitos disso é o aumento do hábito de poupar, outro importante pilar da educação financeira. E todos saem ganhando, já que cidadão financeiramente educado contribui para o bem-estar coletivo, seja porque essa qualificação resulta em um sistema financeiro mais sólido e eficiente, seja porque cada pessoa tem melhores condições para lidar com emergências e momentos difíceis da vida.

Conheça mais sobre a Estratégia Nacional de Educação Financeira em seu sítio oficial: www.vidaedinheiro.gov.br. Lá você encontrará também diversas ferramentas e matérias gratuitos, além de links para os sítios de todos os membros do CONEF.

Orientações

Com o objetivo de orientar a inserção do tema educação financeira em escolas, o CONEF construiu o documento intitulado Orientações para Educação Financeira nas Escolas. Este material orienta pedagogicamente a construção de atividades educacionais voltadas à promoção da educação financeira em escolas públicas e privadas.

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Nas Escolas

Dentro do espaço escolar, a educação financeira é um importante tema transversal, colaborando para a formação de cidadãos mais autônomos e conscientes de sua relação com a economia. Pensando nisso, a Estratégia Nacional de Educação Financeira desenvolveu um Programa de Educação Financeira voltado para a promoção do tema nas escolas. O material está disponível para ser acessado gratuitamente por professores, escolas e pais. Confira no site www.edufinanceiranaescola.gov.br. Além disso, o CONEF está engajado em inserir o tema educação financeira na proposta que está sendo construída para a Base Nacional Comum Curricular.

Nesta Semana ENEF, você também pode promover atividades dentro das escolas. Temas como Poupança, Planejamento, Orçamento, Consumo e Investimento podem ser abordados com atividades simples como aulas, gincanas, palestras, jogos, seminários, etc. Acesse o Documento de Orientações para Educação Financeira nas Escolas, (Anexo 4 do Plano Diretor da ENEF), crie sua iniciativa na escola e compartilhe-a conosco.

Então, dá uma olhadinha na agenda oficial aqui ou veja outras iniciativas pelo Brasil e seja uma pessoa financeiramente feliz!!!!

Fonte: Semana ENEF

Boas ideias, cursos, parceiro, Sem categoria

Núcleo Jampa

Curso de Planejamento Estratégico  Pessoal com Renan Carneiro

 

No último dia 29/04, sábado, tive a satisfação de participar do curso presencial de Planejamento Estratégico Pessoal com o nosso membro nucleano Renan Carneiro, Engenheiro Civil, com MBA em gerenciamento de obras e gestão de projetos.

O curso aconteceu no Centro de Tecnologia da UFPB, em João Pessoa, e contou com a presença dos membros nucleanos e também da alguns discentes da comunidade acadêmica de Engenharia Civil da mesma instituição.

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O Renan é membro do Núcleo Jampa e voluntário no TEDX João Pessoa. Ele defende que o planejamento deveria ser melhor empregado nas pequenas empresas e com pessoas, gerando assim, a boa gestão das empresas e uma visão de futuro para as pessoas.

O curso consiste em identificar a princípio o status quo, diferenciar o que é sonho do que é desejo, planejar como superar os obstáculos e determinar as ações a tomar, com menor risco, para que o objetivo seja alcançado.

Além disso, ele explica que temos um ciclo a executar para que o sucesso seja alcançado, o qual segue abaixo:

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Foto: Rota do desejo

Devemos também classificar nossos objetivos, o que cada pessoa deve TER, FAZER e SER, além de filtrar as ações entre o que é mais importante para aquele momento e o que pode ser, estrategicamente, adiado dependendo do grau de prioridade.

Para um planejamento bem feito, também devemos “minar” nossos planos, verificar quais os riscos e obstáculos que podem ocorrer durante a execução, para que possamos nos precaver de possíveis empecilhos durante o trajeto, para esse momento o Renan sugeriu uma Análise SWOT para cada objetivo, determinar os prazos e concluir com a avaliação buscando sempre compreender quais os motivos que o fez alcançar o sucesso do objetivo e também as dificuldades e insucessos, essa fase é extremamente importante para o aprendizado.

Segundo o Renan, “Um curso prático, colocando a mão na massa e utilizando algumas ferramentas. Neste curso aprendemos desde a geração de ideias, aprendemos a filtrá-las, até fazer um plano de ação executável. Foi muito agradável realizar esse curso com os Nucleanos. Pessoas inteligentes e que pretendem transformar seus desejos em ações. Foi de grande prazer trabalhar nesta manhã de sábado. Aguardo a evolução dos seus projetos pessoais” (dos participantes).

Por fim, agradecemos a participação de todos os presentes e fica aberto o convite para ingressarem nessa grande comunidade de gente boa, participando de qualquer programa da Fundação Estudar. Busque uma edição mais próxima de você, as inscrições estão abertas em todo o Brasil, nesse semestre teremos três edições do Liderança na Prática (16h) na Paraíba que ocorrerão em João Pessoa, Campina Grande e Patos.

 

 

Elaine Almeida é Representante de Marketing do Núcleo Jampa, cursa Bacharelado em Administração e é fundadora do blog Meu Caderno naWeb, que dispõe de informações sobre administração, gestão, cursos, editais, eventos e entretenimento.

 

eventos, startup, tecnologia

2ª Conferência Pernambucana de Startups e Empreendedorismo

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O Mangue.bit 2.0 tem como objetivo proporcionar um ambiente atrativo com conteúdo de alto nível e networking bastante qualificado com os melhores agentes do ecossistema brasileiro de inovação e empreendedorismo. A estratégia é movimentar o segmento de startups e mostrar o que Pernambuco tem de melhor na área. Organizado de forma independente pela comunidade de empreendedores de Recife – a Manguezal, o Mangue.bit surge como uma iniciativa colaborativa e nos posiciona como celeiro de grandes startups.

Veja mais informações no site do evento.

Adquira hoje mesmo seu ingresso do Mangue.bit 2.0.

 

Fonte: Mangue.bit 2.0

Editais por aí, Indústria, startup, tecnologia

Edital de Inovação para a Indústria

 

Projetos inovadores terão incentivo de mais de R$ 53,6 milhões neste ano para serem desenvolvidos e chegarem ao mercado. A partir desta segunda-feira (20), o novo Edital de Inovação para a Indústria, antes conhecido como Edital SENAI SESI de Inovação, começa a receber inscrições de empresas de todos os portes e startups interessadas em financiar ideias de produtos e processos inovadores. O lançamento da iniciativa foi feita pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, na sexta-feira (17), durante reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), grupo coordenado pela CNI, que reúne executivos das 200 maiores empresas brasileiras. Criado em 2004, o Edital SENAI SESI de Inovação mudou de nome este ano com a parceria do Sebrae, o que vai permitir atender uma fatia ainda maior das demandas da indústria por ideias inovadoras. Duas novas categorias foram criadas: Inovação Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas Industriais, MEI e Startups e Empreendedorismo Industrial. O objetivo é incentivar a conexão entre grandes empresas e startups de base tecnológica e o investimento em inovação nos micro e pequenos negócios.  Destinado a promover a cultura de inovação e aumentar a produtividade das indústrias, o Edital conta com investimento de R$ 30 milhões do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), R$ 20 milhões do Sebrae e R$ 3,6 milhões do Serviço Social da Indústria (SESI). Neste ano, a meta é financiar 285 projetos com custo individual de R$ 75 mil a R$ 400 mil.

Mais informações clique aqui.

Fonte: Edital de Inovação para Indústria

Editais por aí, Indústria, startup, tecnologia

STARTUP INDÚSTRIA

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Pensando hoje na indústria de amanhã.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI acredita que startups e indústrias trabalhando juntas alavancam a inovação no país e constroem a indústria do futuro.

O Programa tem o objetivo de promover o ambiente de negócios entre startups e indústrias, atuando com foco em ações de integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais.

O Startup Indústria é uma iniciativa da ABDI em parceria com atores relevantes do mercado e governamentais, sendo resultado da interação, após última consulta pública encerrada em 23 de fevereiro de 2017, com mais de 1000 players.

BENEFÍCIOS DO STARTUP INDÚSTRIA

Para startups: Acesso real ao mercado (Negociação bem sucedida com a venda do Piloto para a indústria) somado a oportunidade de aporte financeiro de até R$ 700.000,00.

Para indústrias: Acesso a soluções de startups sem aporte financeiro.

Para Instituições de Apoio ao Desenvolvimento de Negócios: Compartilhamento de risco.

ETAPAS DO STARTUP INDÚSTRIA

1) Cadastro e Seleção de Startups, Indústrias e Instituições de Apoio ao Desenvolvimento de Negócios
Serão selecionadas 10 indústrias, 100 startups e 20 instituições de apoio ao desenvolvimento de negócios
Período: Março e Abril.

2) Matchmaking
Serão formados 10 grupos de trabalho. As indústrias escolhem até 4 startups cada de acordo com suas demandas e as instituições de apoio de negócios escolhem as startups que tem interesse de se conectar.
Período: Abril e Maio

3) Prova de Conceito
Codesenvolvimento das provas de conceito. 40 startups receberão até R$200.000,00 cada.
Período: Junho e Dezembro

4) Rodada de Negócios
As startups apresentam suas soluções para as indústrias participantes do Startup Indústria. As indústrias escolherão a melhor solução para o codesenvolvimento de 1 piloto.
Período: Segundo semestre 2017

5) Piloto
Serão realizadas 10 conexões entre startups e indústria para codesenvolvimento e aquisição dos Pilotos. 10 startups receberão até R$500.000,00 cada.
Período: 2018

6) Agendas de Novas Estratégias
A experiência da Conexão será compilada e compartilhada com a indústria nacional.

Para mais informações acesse aqui o edital.

 

Fonte: STARTUP INDÚSTRIA